Postagens

VEM!!!

ONTEM.... tempos de ditadura, proibições... POVO UNIDO; músicas inteligentes... HOJE... liberdade de expressão... POVO APÁTICO, que APANHA sem perceber (ou pra valer), que MENDIGA sem saber (ou sabendo), que ENGOLE muitas coisas (sem sentir), que OUVE muitas coisas (sem entender)... ECO RETO BRASIL....ATITUDE! exigir nossos direitos, com UNIÃO E EDUCAÇÃO!!! Nosso dia vai chegar, Teremos nossa vez. Não é pedir demais: Quero justiça, Eu quero um trabalho honesto Em vez de escravidão. Deve haver algum lugar Onde o mais forte Não consegue escravizar Quem não tem chance. De onde vem a indiferença Temperada a ferro e fogo? Quem guarda os portões da fábrica? O céu já foi azul, mas agora é cinza O que era verde aqui já não existe mais. Quem me dera acreditar Que não acontece nada de tanto brincar com fogo, Que venha o fogo então. Esse ar deixou minha vista cansada, Nada demais.

Quem tem fé....

O TEMPO...

Imagem
Não esqueça de enviar um recado de volta... clique aqui!

Sem Limites...

Que perfume...

Imagem
A árvore do sândalo (Santalum album) é originário da Índia e outras partes da Ásia e, atualmente, é plantada em outros lugares do mundo, em especial na América. A sua madeira é conhecida por seu entalhe para esculturas e porque dela se obtém óleos voláteis que são usados em perfumaria. O sândalo originário da Índia é a que produz a melhor madeira e os melhores óleos aromatizantes. As espécies que são cultivadas no resto do mundo não são tão próximas a espécie hindu, porém também recebem o nome de sândalos e sua madeira é também aromática. Arbusto de sândalo do Havai Na Índia, o sândalo é uma árvore sagrada, e o governo a tem declarado como propriedade nacional para preservá-la da depredação ao qual tem sido exposta. Só é permitido o seu corte quando o exemplar possuir mais de 30 anos, momento em que naturalmente começa a morrer. Um tronco do sândalo demora 25 anos para adquirir uma espessura de 6 cm. A madeira do sândalo, quando recém cortada, apresenta coloração amarela, porém com o t...

RENDA-SE...

Imagem
Renda de Calais Acredita-se que a renda surgiu no Oriente e após muitas viagens, por intermédio das Cruzadas, chegou ao Ocidente em meados do século XVI. Mesmo tendo decorado punhos e golas das camisas dos aristocratas da época, reina no território feminino. A renda caracteriza-se por um tecido composto por fios das tramas e do urdume, que entrelaçados ao mesmo tempo e na mesma direção geram desenhos. Assim como a seda, a renda sempre esteve ligada ao luxo. No final do século XVI surgiram as mantilhas espanholas, que cobriam a cabeça. No século XVII, tornaram-se mais grossas, evidenciando o ponto de Veneza, para cobrir golas masculinas. No século seguinte passaram a emoldurar mãos e rostos femininos. Existem dois tipos principais, a de agulha, conhecida como evolução do bordado, que teve suas técnicas desenvolvidas na Itália, e a de bilro, evolução da passamanaria, com aprimoramento na Bélgica. De um modo geral são diferenciadas pelo local de origem ou pelo tipo de trabalho sobre tule...

Espartilho...

Imagem
Espartilho ou Corselete é uma peça do vestuário feminino que dispõe de barbatanas metálicas e amarração nas costas. Essa peça tem como objetivo reduzir a cintura e manter o tronco ereto, controlando as formas naturais do corpo e conferindo a ele mais elegância. O Espartilho ou Corset surgiu por volta do século XVI, e tinha como objetivo manter a postura e dar suporte aos seios. Somente por volta do século XIX graças a invenção dos ilhóses e o uso de barbatanas de baleia que a atenção foi voltada para a cintura e teve início a era das cinturas minúsculas, conhecida como era Vitoriana. A peça caiu em desuso no início do século XX quando foi inventado o sutiã. No início dos anos 80 alguns estilistas trouxeram de volta à moda peças que antes tinham sido relegadas ao fetiche e dentre elas estava o Espartilho. Esse revival não durou muito, em 1990 apenas poucos espartilhos apareciam em coleções de estilistas famosos. Do século XVI para cá os espartilhos mudaram bastante. No início eram feit...