As religiões, ao longo dos séculos, foram se moldando aos padrões de cada epóca, criando "leis" pelas quais os seres humanos se tornaram vítimas do sistema atuante, reféns de manipulações e imposições que impediam que o poder criador se manifestasse em sua plenitude. O sofrimento e o julgamento passaram a ser vistos como princípios a serem aceitos. A humanidade passou assim a acreditar que esses conceitos vinham de Deus, do Criador Supremo de todo o Universo. Mas, se fomos feitos à imagem e semelhança de Deus, como viveríamos à mercê do julgamento e do sofrimento? Se nos foi dado o livre-arbítrio, como julgar nossas escolhas? "Um pai não julga o filho, Ele o ampara em suas escolhas". É preciso encontrar outra forma de viver o aspecto "religioso". Não que seja errado ter uma religião, ela é muito importante em nosso caminho de expansão espiritual, mas viver a sua religião (religação) no sentido pleno de seu significado, sem julgamentos, sem preconceitos, se...