CURIOSIDADE...


Embora os astecas já conhecessem o grafite, trabalhadores de uma mina de carvão em Cumberland, na Inglaterra, entusiasmaram-se quando puseram as mãos, por acaso, numa substância negra e brilhante, fácil de raspar com as unhas. De tão macia que era, deixava um traço nítido no papel, sem rasgá-lo. Isso aconteceu em 1564. No ano seguinte, o físico suíço Konrad com Gesner descreveu o uso de um instrumento de escrita semelhante ao lápis. Duas tabuinhas eram recheadas com uma fatia de grafite. Acontece que o grafite quando saia das minas, era mole e se quebrava facilmente. Até que, em 1795, o químico francês Nicolas-Jacques Conté inventou um jeito de misturá-lo com argila e queimar a mistura em fornos, tornando-o mais resistente e conservando a maciez. No ano de 1791, o carpinteiro alemão Kaspar Faber conseguiu chegar ao lápis cilíndrico, igualzinho ao de hoje em dia. Os lápis de cor tornaram-se comuns depois de 1850, com o aparecimento das anilinas. Em 1858, o americano Hyman Lipmam criou o lápis com a borrachinha na ponta.

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