Dúvida porquê?


VOCÊ DECIDE... Presente no cotidiano do homem desde o início de sua existência, a folha da bananeira acompanhou a evolução humana e já foi utilizada como vestimentas, artesanato, passando por forrações de camas e telhados e hoje, é explorada com frequência na gastronomia. É verdade, contudo, que poderia ser mais bem aproveitada se para tê-la à mesa não fosse preciso se aventurar para colher as folhas A Folha da Bananeira se sobressai ao papel alumínio, pois por ser um produto 100% natural, mantém a textura, o sabor e todas as demais propriedades do alimento, além de se tornar um resíduo orgânico e não contaminar o solo. Há ainda restaurantes que exploram a Folha como item de decoração e garantem um tom exótico e caprichoso em pratos e travessas diretamente do pé. O casal Enío e Gorete Rodrigues são os criadores do projeto Folha de bananeiras desde 2011 existe para comercialização.
..................JÁ O Sr PAPEL ALUMÍNIO! Tô fora! "O lado brilhante, mais liso, deve ficar do lado interno do cozimento, junto ao alimento. Por ser menos aderente, gruda menos na carne. Outra razão é que o lado brilhante é mais refletivo em relação às ondas de calor. Se ficar virado para o lado externo, o cozimento demorará mais", explica o chef. No entanto, a principal polêmica em relação ao uso de papel alumínio na cozinha está ligada à possível relação do metal com o Mal de Alzheimer. "Essa discussão é muito antiga. Ainda há quem questione, e não há uma prova definitiva. Existem textos na literatura que afirmam que o consumo de alimentos contaminados com o alumínio ao longo da vida pode servir de gatilho para a doença em quem já tem predisposição genética", revela o neurologista André Felicio, membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN) Leia mais em: http://zip.net/bxjLNC

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